da arvore proibida.
- agora sei do que falavam
as moças xeretas, os velhos ranzinzas,
e as putas baratas.
Mas não me lembro, - e nem mais quero
me lembrar.
Espero intacta, na arvore, enquanto os homens
lhe atam fogo - e queimo!
E choro.
Como bomba explodo!
Como bomba explodo!
(Bomba de sementes)
E haverão muitos mais de mim.
...
Ai.
...
Ai.
Sei que não posso dar
- meu fruto é proibido.
(e esta ultima, foi lembrança que não deu
a partição completa?)
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